Do inferno aos céus. Mas com cuidado

O Fluminense tem um bom time. Eduardo Baptista não era um mau treinador. Porém, existem coisas que simplesmente não encaixam. E Eduardo e Fluminense tornaram-se um caso desses.

Criou-se muita expectativa em cima do time tricolor, que foi indicado como um dos times que melhor contratou na janela de fim de ano. E a situação continuava a mesma. Começou o ano ainda com uma equipe sendo questionada.

Na Primeira Liga, estréia com derrota para o Atlético-PR. Foi dado como já eliminado, pois teria que vencer o Cruzeiro no Mineirão. E venceu. Venceu sem Fred, suspenso por agressão na primeira partida, e venceu o jogo onde a derrota já poderia derrubar Eduardo. Afinal, o Fluminense tem dessas coisas.

O time que já era dado como eliminado precisava vencer o Criciúma em casa para chegar à fase seguinte. E adivinhem… venceu, já sob o comando de Levir Culpi.

Ontem, contra o Inter, Levir conseguiu, na medida do possível, ajeitar o setor defensivo do time e também fazer o time criar chances sem ficar jogando bola na área o tempo todo. Vitória nos pênaltis, com um time muito mais organizado do que domingo contra o Flamengo, onde já era notável uma evolução.

O time que saiu de Volta Redonda como quase eliminado na primeira rodada, agora é finalista. Pela frente, novamente o Atlético-PR, agora também com novo treinador.

Mantendo o crescimento dos últimos jogos, o time é sim favorito. Só não pode entrar de salto alto, achando que já venceu.

Caso isso aconteça, o time que foi de eliminado à finalista rapidamente, volta ao ponto inicial de forma mais veloz.

Saudações tricolores.

Por: Marcelo Ribeiro