E se…

Que é difícil (quase impossível) ficar otimista com o seu time durante a temporada inteira já é um fato. Mas vou ser sincera e dizer que até demorou, mas o tal desânimo com o Botafogo chegou para mim no último sábado (23). Depois do jogo contra o Atlético-GO, juro que parei e pensei: “Opa, peraí… será que dá?”.

No meu primeiro post no blog Garrinchando, falei que mesmo se o Botafogo perdesse o Carioca (OPS…), a torcida não devia desacreditar na equipe, nem nos jogadores e no trabalho que vem sendo feito. E sigo com este pensamento. Mas pela primeira vez no ano, mesmo com todas as dificuldades do início de temporada, reformulação, foi só nessa semana que eu parei para imaginar: “E se não for o bastante?”.

Que jogo feio o de sábado. Deve ter batido algum recorde de passes errados, não é possível. Foi totalmente desanimador. O que os jogadores NÃO fizeram em campo chega a ser incrível. Até em jogos mais complicados no ano, com resultados adversos, o time pelo menos tentou alguma coisa.

Às vezes, acontece. Todas as equipes têm um momento de altos e baixos, é difícil a regularidade em uma temporada longa. É normal um jogo o rendimento ser pior do que vem sendo apresentado.

Mas esta partida foi o suficiente para ligar a minha luz amarela de atenção e agora eu fico com aquele pensamento de “E se…”. E se não der? Tem tudo pra dar, mas pode não dar também.

Só espero que seja mais um capítulo da minha saga de sempre imaginar o pior e que esse sentimento passe. Que todos continuem em busca do objetivo principal que é o retorno à série A. Afinal são sete pontos em nove. Calma! Mas é que eu não quero ver outra atuação bizarra como a de sábado de novo.

E se eu não fosse pessimista?

Olha, bem que eu queria, viu…