#RipPet

Já faz 14 anos, mas basta falar em 27 de maio que todo rubro-negro abre aquele sorriso maroto. Na memória, o saudoso Petckovic ajeitando a bola para cobrar uma falta na entrada da área em uma final de Carioca contra o Vasco.

O relógio marcando 43 minutos do segundo tempo, e o coração dos flamenguistas a uns 180 batimentos por minuto. Que batida, que curva, que gol, que saudade…

14 anos depois a história parecia se repetir. Final de partida, falta na entrada da área, mesmo lado do campo, última chance do jogo.

Seria o destino caprichando na lembrança? Talvez, mas cadê o Pet? Paulinho na bola e… Barreira. Fim de jogo, 1 a 1 contra o Náutico em casa e vaia da torcida.

Mas cadê o Pet?

Ainda deve tá caído no chão comemorando o gol de falta em 2001. Ou até preferiu não se levantar para assistir a falta de criatividade do Flamengo nos últimos jogos , inclusive nesta quarta-feira.

Mas cadê o Pet?

Alguém vá lá e levante ele. Não para bater a falta no fim do jogo contra o Fluminense no domingo. Mas para o Flamengo ter alguém em campo que pense. Que pare e raciocine a jogada.

Mas cadê o Pet?

Andem logo e peçam desculpas por estragarem o 27 de maio dele. E ah, por favor, chamem o Pet, ou algum sósia dele, porque pra ajudar esse time é preciso mais do que um camisa 10. Será preciso um 43.

Até lá: #RipPet